sábado, 17 de junho de 2023

A Cúpula do Golpe Tabajara

Em algum dia pós-eleições 2022 - Palácio do Planalto - dia

Jair estava assistindo na TV o programa do Sikêra Jr comendo farofa com leite condensado sentado na cama de seu quarto.

Mauro Cid bateu na porta do quarto para entregar os comprovantes de depósito da Michelle, e disse que teve uma grande idéia.

Disse que já tinha um roteiro pronto formatado para o golpe mas disse que precisava da sua autorização para executar.

Jair disse que adorou a idéia mas que daria uma resposta sem antes se consultar com Malafaia e Queiroz e Mauro Cid disse que iria revisar tudo.

Jair pede para Mauro Cid comprar pelo Ifood 2 Big Mac para Carluxo que estava trancado no Gabinete do Ódio e Laura, a Fraquejada chora copiosamente enciumada.

Mauro Cid vai para o salão principal e digita no Whatsapp o plano para dissolver o STF e o TSE.

Ligou para o Daniel Silveira, Hélio Negão e Marcos do Val; disse para eles sobre o plano e que planejava sequestrar Alexandre de Moraes e deixá-lo em Rio das Pedras para sempre.

Do Val teve a grande idéia de jogar uma fake news para a imprensa para despistá-los enquanto o plano era executado.

Enquanto isso Jair assistia ao programa da Fontenelle entrevistando Flávio 01.

Michelle liga para Mauro Cid pedindo dinheiro para comprar cigarro, Mauro Cid alega estar ocupado fazendo serviço para Jair, ela esperneia e ordena que ele saque o dinheiro no caixa eletrônico da Granja do Torto.

Mauro Cid nega o pedido. Michelle fez uma queixa-crime num posto da Polícia Rodoviária e manda prender Mauro Cid por insubordinação, Jair sabe do ocorrido em manda Michelle calar a boca.

A família se reúne no Palácio do Planalto e jantam arroz com leite condensado.

Alexandre Garcia pede uma entrevista exclusiva para Eduardo Bolsonaro, que o xinga dizendo ser da Globo infiltrado, Garcia nega e jura amor ao coronel Ulstra.

General Heleno chega vestido de pijama com uma carta de referência de Donald Trump recomendando o Conde Francisco da Zanzibar y Zanzibar Hernandez para ser o futuro primeiro ministro caso o golpe fosse consumado, mas Jair fica obstante com a idéia dizendo que Zanzibar já dominava muito bem o estado do RJ e que pra dominar o restante do país seria um perigo.


TEXTO DE:
Thiago Muniz

segunda-feira, 12 de junho de 2023

Dudu Camargo caga em camarim e SBT demite no primeiro impacto

 

Conhecido por ser um completo imbecil e também por envergonhar o jornalismo, ocupando a vaga de apresentador do Primeiro Impacto, no SBT, Dudu Camargo foi demitido sumariamente após um episódio sinistro.

Pupilo do decrépito Silvio Santos, Dudu parecia intocável.

Mesmo após assediar vergonhosamente a menina Maisa, que apresentava programação infantil no canal, debaixo do nariz do próprio patrão, Dudu continuou sendo protegido.

Não satisfeito, Dudu, durante o Carnaval, tentou praticamente agarrar a força Simoni.

Tudo isso porém, não parecia surtir nenhum efeito negativo na imagem do queridinho do caquético Silvio, que igualmente sem caráter, já havia passado a envergonhar a esposa e as filhas aos dominhos à noite, tratando como lixo, Mara Maravilha, Helen Ganzaroli e Lívia Andrade.

Mas finalmente um episódio protagonizado por Dudu deu fim a não tão nobre carreira deste verme intelectual no SBT.

Após apresentar normalmente o Primeiro Impacto, Dudu teria tido um revertério estomacal.

No camarim, Dudu não teria resistido ao primeiro impacto das fezes, e teria se cagado todo.

Encurralado e com a prova do crime nas mãos (ou melhor, no traseiro), Dudu só viu uma saída.

Pegou uma toalha, limpou sua buzanfa, e escondeu a toalha cagada atrás de um micro-ondas.

Depois, saiu de fininho e fedendo.

Como o camarim é coletivo, Nadine Basttos e Eliana foram almoçar, e enquanto Eliana comia castanhas, Nadine foi até o micro-ondas estourar pipoca.

Logo as duas perceberam o aroma nada agradável, e o primeiro impacto foi acusar uma a outra por gases fora de hora. Mas como o fedor não diminuia, as duas saíram da sala e chamaram funcionárias da limpeza.

Após uma limpeza completa, uma das pobres funcionárias percebeu que havia algo atrás do micro-ondas e retirou. A pobre coitada então percebeu que a inofensiva toalha estava carregada de fezes.

Téo José, companheiro de Nadine nas tramsmissões de futebol teve então a ideia de rever as imagens das câmeras de monitoramento.

Foi assim que descobriram que o autor da cagada havia sido Dudu Camargo.

Dias depois, as filhas de Silvio Santos finalmente o convenceram a demitir o apresentador de merda.

A coisa toda foi tão bizarra que Ivo Holanda, responsável pelas piores merdas dentro do canal, se sentiu superado.

Mas ao que tudo indica, Dudu Camargo não ficará sem emprego por muito tempo.

A Rede Record estuda convidar o cagão para o realit A Fazenda.

Como o realit já é uma bosta mesmo, não faria a menor diferença.



sexta-feira, 19 de maio de 2023

And the Oscar Goes To...

Chegamos ao Século XXI, consagrando novos valores éticos e morais que alcançam todas as atividades humanas, inclusive a prática desportiva.

Em um mundo plural e absolutamente diverso, a homofobia e o preconceito, outrora tão presente em ginásios e gramados, não são mais tolerados, sendo para além disso, punidos com rigor, por ocasião de suas respectivas ocorrências. 

Nessa nova percepção de valorativa, posturas que até o Século passado, mais do que toleradas, eram aplaudidas, hoje, são objetos de repúdio, tamanha a incivilidade e incompatibilidade com o mínimo de preceitos éticos atualmente vigentes na culturas do esporte. 

A famigerada "Lei Gérson" (propaganda televisiva dos anos 1970, do cigarro Vila Rica, onde o Canhotinha – garoto propaganda – dizia que “gostava de levar vantagem em tudo”), outrora tão celebrada, não virou a passagem para o Século XXI  sendo olhada com bons olhos.

Se, na Copa de 1962, Nilton Santos foi celebrado por sua "malandragem", com aqueles passinhos que nos livraram da marcação de um pênalti, na partida contra a Espanha, o mesmo conceito favorável não teve Rivaldo, já em 2002, na ocasião em que levou às mãos ao rosto embora tivesse tomado uma bolada no estômago.

Essa "esperrrrrteza" parece não ser mais adequada e tolerada no esporte.

Ainda assim, ela acontece com alguma recorrência, contando com a complacência de autoridades que têm o poder/dever de punir seus autores.

Sendo que, a despeito do aludido repúdio que tais comportamentos têm merecidamente recebido na atualidade, parece que, para alguns jogadores ou, talvez, para alguns clubes, haja uma espécie de salvo conduto, onde essas ações são absolutamente ignoradas pelos árbitros de campo e de vídeo, não havendo também, qualquer reação dos tribunais esportivos.

Exemplo fidedigno do que ora se comenta, é o Jogador Gabriel Barbosa, o Gabibol, tal como assim é conhecido, mas que sua fama, para além dos gols que marca, também é composta de lances seguidos de simulação e agressões escondidas.

Na partida da última terça-feira (Fla-Flu, 0 a 0, pela Copa do Brasil), não foi diferente, de forma vil e absolutamente covarde, Gabriel pisou na canela do jogador adversário, fingindo-se de bom moço, em lance que todo estádio viu, bem como, aqueles que acompanhavam pela televisão, mas que, de forma inaceitável foi ignorado pela arbitragem.

Ainda, nesse mesmo jogo, em uma cena patética, digna de uma verdadeira ópera bufa, tamanho o ridículo que foi, Gabigol simulou com estardalhaço uma agressão supostamente praticada pelo zagueiro Manoel, só Fluminense, quando ele sequer o encostou.

Lembrando que, alguns dias antes, em idêntica cena de ator canastrão de quinta categoria, Gabriel conseguiu convencer o aparvalhado e tendencioso árbitro do jogo Fla x Bahia de que fora agredido no rosto pelo adversário, quando em realidade, o braço do zagueiro baiano resvalou no braço do centroavante Rubro-negro.

Ainda assim, Gabigol foi premiado pela sua “esperrrrrteza” e, o tricolor baiano terminou o jogo com dois jogadores a menos.

Diante disso, fica uma simples e necessária indagação: Até quando? Isto é, até quando teremos que tolerar esse tipo de comportamento, ou ainda, quando levantamos voz contra esse absurdo, somos chamados de chorões ou mimizentos?

Ora, se o cantado e decantado "Fair play" é valor essencial à disputa esportiva, fundamental seria que as condutas que caminham na direção absolutamente oposta sejam repudiadas e punidas. Essa é a nossa expectativa. Já passou da hora de Gabibol ser punido pela sua conduta anti esportiva e inaceitável, dentro dos gramados.

Do contrário, essa história de Fair play vira conversa para boi dormir e quem sabe, se não passa a ser mais uma das categorias do Oscar, a do troféu na categoria de Ator Cara de Pau.


TEXTO DE:

Advogado e Professor Marcelo de Carvalho, membro da Frente Ampla Tricolor

segunda-feira, 15 de maio de 2023

Tempos Modernos

Saí do trabalho com a missão de fazer a fé na Loto, pois organizo pequenos bolões com alguns amigos. Deixei o Sebo X e, em dez minutos, estava na minha agência lotérica preferida: rua da Relação, quase esquina com Gomes Freire.

Umas três ou quatro pessoas na fila única (algo sempre difícil para os brasileiros respeitarem) e, ao lado, um simpático botequim. Nele, uma televisão grandona com imagem de cinema.

Cinco e pouco da tarde. Leicester versus Liverpool.

Dois clientes com os olhos arregalados diante de todos os detalhes do jogo. As três ou quatro pessoas da fila da loteria, também. Um garotinho de bicicleta para pra olhar. Futebol é um acontecimento, amigos.

Falta para o Liverpool. No exato momento, com a fila parada, converso no WhatsApp com Catalano. Somos umas dez ou doze pessoas nos arredores da televisão. Todos estamos na espectativa do que vai acontecer.

A câmera dá um close em Salah o craque egípcio. É impressionante como as tevês de hoje têm definição de imagem espetacular. Bom, o craque balbucia algo para seu companheiro, na imagem seguinte sai uma cobrança de falta maravilhosa e um golaço do Liverpool.

As pessoas riem, ficam felizes com a bela jogada. Ninguém é Liverpool ali. Só o Catalano, no WhatsApp, é Vasco, Vasco, Vasco e depois Tottenham e Internazionale de Milano.

O gol faz bem às pessoas. Melhor ainda quando ali ninguém torcia para o time que levou o gol.

Num susto a fila anda, falo com as garotas da lotérica sempre atenciosas, faço o bolão e saio. Hora de ir pra casa, depois de mais um dia de luta.

Ainda dou uma espiada no botequim, vejo um ataque do Leicester, o Liverpool dá a resposta e, em poucos segundos, junto tudo aquilo e fico pensando em como a nossa maneira de acompanhar futebol mudou. Sou do tempo em que se colocava papel celofane colorido na tela da TV, para enxergar além de preto e branco. Internet? Nem pensar. WhatsApp? O máximo que tínhamos eram os narradores no radinho, fazendo das partidas verdadeiros épicos - felizmente o rádio está aí até hoje. Jogos de times europeus, a gente só sabia pela querida revista Placar.

Antes de derramar uma lágrima, sonho em poder ver muitas e muitas partidas ainda. Hoje são tempos modernos, mas o amor é de antigamente. E falando em tradição, nessa terça tem o jogo da minha vida: Fla x Flu no Maracanã. Já são quase cinquenta anos acompanhando esse jogo que parece interminável, onde cada partida é apenas mais um capítulo. E lá vou eu fazer o velho caminho Presidente Vargas + Praça da Bandeira + Avenida Pelé até a roleta, a inesquecível rampa da UERJ e o campo dos sonhos.

O tempo vai passando, mas seja numa linda TV de alta definição ou no Maraca, pertinho da grama, o futebol é bom demais. Não é só o jogo pelo jogo, mas muita coisa em jogo, feito aquela que hipnotiza os clientes da fila de uma lotérica com uma só imagem.


TEXTO DE:

@pauloandel

quinta-feira, 11 de maio de 2023

Rita Lee

 
Mais um grande ícone se vai. Rita Lee é desses artistas que podemos falar, falar e falar, será pouco para descrever a importância pra música e principalmente ao Rock Nacional.


Atitude, simpatia, antipatia, sem papas na língua, transgressora assim foi Rita...


Mulher empoderada e que já em tempos longínquos onde esse termo nem era proferido, ela botava o dedo na ferida de assuntos polêmicos e se destacava com sua música criativa e vivaz.


Desculpe o auê, mas o mundo atual não esperava por essa...


Descanse em paz!


TEXTO DE:

Marcelo Diniz

sexta-feira, 28 de abril de 2023

Decadence sans elegance

TEXTO DE: Antonio Gonzalez

Decadence sans elegance

Estarão os amantes (eu sou um deles) das músicas do Lobão dizendo que eu errei no titulo deste texto.

Afinal de contas, o nome da canção é “Decadence avec elegance”, que na tradução significa decadência com elegância.

O problema senhores é que o Fluminense incomoda.

Se sempre importunou a torcida arco-íris (criada em 1976, por ocasião do nosso jogo contra o Corinthians – jamais foi invasão) mesmo nos tempos de vacas magras, imagina agora que acaba de conquistar o bicampeonato carioca, que está voando na Copa do Brasil e na Libertadores, jogando não só o melhor futebol do Brasil na atualidade. Arrisco inclusive a dizer que, nos dias que correm, poucas equipes do mundo tem a organização e o volume de jogo do Tricolor.

Ora senhores, somos motivos de inveja.

E nesta semana, a ciumeira tem nome próprio: os torcedores (órfãos do euriquismo) do decadente Clube de REGATAS Vasco da Gama.

Isso é fato!

Começando pelo Jornalista Fábio de Azevedo, Professor Universitário, mentiroso que nos acusa de racismo. Pobre rapaz (que já alimentou a sua família graças ao dinheiro que ganhava quanto trabalhou na assessoria de imprensa do Fluminense)!

Como bem defini, um bobo que cuspiu no prato que comeu. Recebeu algumas aulas de História (uma delas de minha parte) que abriram os seus olhos para que clube realmente abraçou o Nazismo através de uma torcida organizada e o Fascismo – basta entender o que acontecia no Distrito Federal, nos anos 1930 e 1940.

Por outro lado eis que surge a figura do Engenheiro de Produção, Rony Meisler, CEO da Reserva, marca de roupas, que também nos acusou de racismo. Deu um chute na própria cabeça e um tiro no saco. De saída, perdeu o contrato que tinha com o Tricolor das Laranjeiras. Outro desinformado ou outro mal intencionado ou outro invejoso ou todas as respostas anteriores.

E me perdoem a piada, mas o CEO não serviu nem para ficar na RESERVA.

Mas o que está acontecendo com os vascaínos?

Tanto lhes incomoda o sucesso do Fluminense?

E para culminar hoje aparece o iluminado Fernando Lira, vulgo Zé Colmeia, figurinha carimbada como parça do Romário no início deste século. Para quem não sabe o significado de parça, eu explico: não passa de um bajulador, pessoa sem estofo e sem conteúdo.

Hoje, esse “inteligente cidadão” gravou um vídeo (produziu e divulgou prova material contra si) ameaçando de forma violenta a torcida do Fluminense, por causa da carga de ingressos que o Clube de REGATAS Vasco da Gama receberá para a partida do próximo dia 6 de maio, em que o Tricolor será o mandante. Alerta e prega o elemento que para que o jogo do 2º turno, se implante o terror contra os nossos torcedores na Barreira do Vasco, dizendo que “o terror começa na Cancela”.

O dia em que tamanho for documento, ser humano não corre de barata. Quem milita no meio dos movimentos organizados sabe que esse Zé Colmeia tem menos atitude do que qualquer Catatau.

Conclusão: No final da tarde o Clube de REGATAS Vasco da Gama, lança uma emotiva nota, onde literalmente pede arrego e exalta a paz no futebol.

Portanto meu caro João Luiz Woerdenbag Filho (esse é o nome do cantor Lobão), perdoe-me a ousadia, mas no caso do Clube de REGATAS Vasco da Gama a melhor definição é: “Decadence sans elegance”...

Ou seja:

DECADÊNCIA SEM ELEGÂNCIA!!!

No mais meus caros Fábio Azevedo, Rony Meisler e Zé Colmeia, fica o conselho:

FAÇAM O L.

quinta-feira, 6 de abril de 2023

Que Horas Ela Volta?

 

É recorrente ouvir que a empregada é “parte da família”, depois de tantos anos convivendo e criando os filhos dos patrões. Entretanto, quando as relações extrapolam os vínculos empregatícios o posicionamento do patrão sobre “quem dá ordens” e “quem recebe ordens” é bem claro.

Essa construção socioespacial da casa burguesa está intimamente relacionada às barreiras e divisões sociais, sendo desde sempre setorizada em área social, íntima e de serviço. A área social é destinada aos moradores e às visitas, enquanto a área íntima é o espaço privativo dos moradores, por onde os empregados circulam somente para servir e limpar. Na área de serviço estão todos os ambientes que garantem que a casa funcione: cozinha, lavanderia, estendal e o dormitório de empregados.

A luta do nordestino por um espaço, seja na cidade, na casa ou no ensino superior, é representada pela personagem de Jéssica de maneira muito assertiva: ao aceitar os convites para ocupar o quarto de hóspedes e se sentar na mesa de jantar na casa dos patrões da mãe; o foco para conseguir uma vaga na FAU-USP, um curso extremamente elitizado; até o enfrentamento aos mandos da patroa.

Um fluxo contrário aos processos de gentrificação, apresentado no enredo pelo exemplo de reestruturação do Largo da Batata, uma região historicamente marcada pela dinâmica comercial de famílias nordestinas que, após a “revitalização” da região, são expulsas para a periferia, onde os recursos são escassos, as condições de moradia são precárias e o acesso ao trabalho exige horas de deslocamento.

Com a luta pelo direito das trabalhadoras, que culmina na sanção da PEC das domésticas em 2015, a classe média é obrigada a se adequar aos novos tempos – a partir de então, ter uma empregada doméstica diariamente ficou inacessível para esse público e é mais frequente que contratem o serviço alguns dias por semana.

Assim, o “quartinho da empregada” fica cada vez mais raro no programa da casa brasileira, embora ainda faça parte das casas e apartamentos de alto luxo, para gente que acha fundamental ser servido 24h, em condições deploráveis: mal iluminado, mal ventilado, disfarçado de depósito para fins de aprovação do imóvel. 

"Que horas ela volta?” é um resumo da complexa dinâmica vida social brasileira ao longo do território, seja no âmbito da casa ou da cidade. Assistir ao filme é sempre um convite à reflexão!


TEXTO:

Thiago Muniz